Christian foi um leão encontrado em 1969 por dois australianos - John Rendall e Anthony 'Ace' Bourke - que moravam em Londres.
Encontraram-no à venda num departamento de animais exóticos e, comovidos com as condições de vida do animal, decidiram adquiri-lo.
Rendall, Bourke e suas namoradas Jennifer Mary e Unity Jones cuidaram do leão até que o animal atingisse um ano de idade.
Com o passar do tempo, o leão ficou muito grande para ser tratado num ambiente doméstico e os homens decidiram que era tempo de o devolver à vida selvagem.
Passado um ano decidiram regressar a África para o reverem.
Especialistas alertaram que poderia ser um encontro perigoso. Garantiram que o leão não os iria reconhecer, com a agravante de se encontrar num estado selvagem.
Eis o vídeo do reencontro.
(Créditos: http://ecobarreto.blogspot.com/2008/10/o-mundo-animal-fantstico.html)
A Sony Pictures pretende produzir um filme inspirado nesta história, que é uma das maiores audiências de todos os tempos no You Tube até hoje (foi visto mais de 13.6 milhões de vezes)!
Mais uma vez, aplausos aos nossos bichinhos que nos ensinam como viver!
Eles sim são puros, verdadeiros, amigos...
terça-feira, 11 de novembro de 2008
domingo, 9 de novembro de 2008
Um amor de tubarão
Recebi este e-mail e resolvi compartilhar com as pessoas.
Cada vez mais tenho certeza sobre minhas considerações a respeito dos animais.
A revista francesa "Le magazine des voyages de pêche" na sua edição nº 56, traz uma notícia espantosa: uma história de amor admirável.

Cada vez mais tenho certeza sobre minhas considerações a respeito dos animais.
A revista francesa "Le magazine des voyages de pêche" na sua edição nº 56, traz uma notícia espantosa: uma história de amor admirável.
"Arnold Pointer um pescador profissional do sul da Austrália libertou uma grande fêmea de Tubarão Branco (Carcharodon carcharias) das redes de pesca em que tinha ficado presa, livrando-a de uma morte certa.
Agora este pescador tem um problema: ele afirma :"Há dois anos que ela não me larga. Ela segue-me para toda a parte. A sua presença faz fugir os peixes que quero pescar. Não sei mais o que fazer." 
Efetivamente, difícil de se livrar de um tubarão de uma espécie protegida medindo 5 metros, estabeleceu-se uma afeição mútua entre Arnold e "Cindy". Arnold diz "A partir do momento que paro o barco ela aproxima-se, vira-se de costas para que eu lhe acaricie o ventre e o pescoço, ela grunhe, rola os olhos, bate com as barbatanas...“

Efetivamente, difícil de se livrar de um tubarão de uma espécie protegida medindo 5 metros, estabeleceu-se uma afeição mútua entre Arnold e "Cindy". Arnold diz "A partir do momento que paro o barco ela aproxima-se, vira-se de costas para que eu lhe acaricie o ventre e o pescoço, ela grunhe, rola os olhos, bate com as barbatanas...“
Simplesmente admirável!!!”
O homem ainda tem muito o que aprender com os animais.
Isto só prova, mais uma vez, que NÓS é que somos os seres desprezíveis e ameaçadores.

NÓS provocamos violência e matamos a troco de nada.
E fico feliz em saber que o BEM sempre vence o MAL...
E no final, a natureza vai vencer...
Por isso, que, cada vez mais, eu AMO os animais!!!
Dicionário de Expressões Idiomáticas da Família Cardoso
A postagem abaixo é uma homenagem à amiga Rê.
Belo domingo, brisa boa, temperatura agradável...
Nada melhor que um belo almoço na casa da família.
Patrícia disse ao DD ontem pelo telefone que degustaríamos uma deliciosa lasanha preparada por ela mesma.
Chegamos lá um pouco tarde (digo tarde porque, em se tratando de Paulinha e Patrícia juntas, os trabalhos deveriam ter começado logo cedo).
Papo vai, papo vem e começam a surgir as pérolas...o pior é que elas costumam vir de onde menos se espera.
Dos quatro Cardoso presentes na cozinha, apenas um, a amiga-irmã-prima Rê, era tomada pela sobriedade do Berotec.
Histórias aparecem daqui, dali...
Patrícia arrancando altas gargalhadas de todos (ela nem precisa de ninguém junto, pois já enche o ambiente), cada um contando uma coisa mais engraçada que outra...
E aí, de repente, não mais que de repente, surge uma belíssima pérola que merecerá destaque em nossas vidas (quando digo NOSSA, refiro-me também a você, leitor ASSÍDUO do meu blog).
Esta belezura, que mais parecia um regionalismo, foi proveniente da Rê...ééééé...dela mesmo!!!
Observem:
"O carro saiu manjado."
Realizaram???
Gargalhadas incessantes começaram a aparecer e ela, coitada, com uma cara de "que foi, gente?"
Embora engraçada, tal gíria deixa-me um tanto quanto enaltecida. Isto porque, tal vocábulo é de grande valia por promover o elo entre o 'carioquês' e o 'riodasostrês' (aff!).
Obrigada por este ilustre reconhecimento ao seu verdadeiro lar, Rê (vulgo minhoca riodostrense).
Vou nessa, galera.
Vou sair manjada porque está na hora!!!
Belo domingo, brisa boa, temperatura agradável...
Nada melhor que um belo almoço na casa da família.
Patrícia disse ao DD ontem pelo telefone que degustaríamos uma deliciosa lasanha preparada por ela mesma.
Chegamos lá um pouco tarde (digo tarde porque, em se tratando de Paulinha e Patrícia juntas, os trabalhos deveriam ter começado logo cedo).
Papo vai, papo vem e começam a surgir as pérolas...o pior é que elas costumam vir de onde menos se espera.
Dos quatro Cardoso presentes na cozinha, apenas um, a amiga-irmã-prima Rê, era tomada pela sobriedade do Berotec.
Histórias aparecem daqui, dali...
Patrícia arrancando altas gargalhadas de todos (ela nem precisa de ninguém junto, pois já enche o ambiente), cada um contando uma coisa mais engraçada que outra...
E aí, de repente, não mais que de repente, surge uma belíssima pérola que merecerá destaque em nossas vidas (quando digo NOSSA, refiro-me também a você, leitor ASSÍDUO do meu blog).
Esta belezura, que mais parecia um regionalismo, foi proveniente da Rê...ééééé...dela mesmo!!!
Observem:
"O carro saiu manjado."

Realizaram???
Gargalhadas incessantes começaram a aparecer e ela, coitada, com uma cara de "que foi, gente?"
Embora engraçada, tal gíria deixa-me um tanto quanto enaltecida. Isto porque, tal vocábulo é de grande valia por promover o elo entre o 'carioquês' e o 'riodasostrês' (aff!).
Obrigada por este ilustre reconhecimento ao seu verdadeiro lar, Rê (vulgo minhoca riodostrense).
Vou nessa, galera.
Vou sair manjada porque está na hora!!!
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